quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

uma vida, muitas adaptações

Imagine a cena: você acaba de ser admitido numa nova empresa. Se o RH da dita cuja for super-mega-profissional vai ter um programa de "boas vindas", ou no mínimo seu chefe vai te apresentar as pessoas, os setores e entre sorrisos de seja "bem-vinda" e expressões sorridentes, você tem a certeza que não vai decorar os nomes e as funções. Com mais ou menos profissionalização, ainda assim, você se sentirá meio descolada no cafezinho ou vai precisar consultar alguém para descobrir para quem dirige aquele memorando.

Com crianças isso não é diferente e na escola dos MEUS FILHOS <-- veja o orgulho no plural: os dois estão na mesma escola [todas comemora] a coisa é bem profissa mesmo! É um processo lindo e explicado e cada coisa tem um motivo. Existe um planejamento até o "tchau" dito pelo aluno.

Tem uma conversa inicial, quando vamos conhecer a escola e a escola faz questão de saber um pouco sobre a criança - pulei esta fase, pois já conheço a escola e a escola conhece meu filho, pois ele estava lá pelo menos umas duas noites por semana no último semestre. Amava o pátio, o parque, a quadra, as crianças e tudo!

Daí os pais são convidados para uma palestra sobre a adaptação, com direito a texto e a cases de sucesso: que foi maravilhosa, muito esclarecedora. Depois a professora conversa com os pais individualmente para aprofundar a estratégia de adaptação. Ficou decidido que Arthur iria começar no primeiro dia de aula, já que é irmão de aluno e já frequentou outro espaço escolar, que teve uma adaptação tranquila, de poucos dias. Por causa disso, até achamos que seria muito fácil.

Arthur participou da arrumação da mochila, da lancheira, escolheu a roupa e foi todo prosa com a sua irmã para a escolinha. Estou muito feliz e ansiosa para viver esta transição de levar meus dois filhotes para a mesma escola.


Abstraia a tosquice deste video: não tenho a menor intimidade com processos de edição. Vai como está!



As brincadeiras são escolhidas a dedo para atrair os pequenos nesta fase: fazem eles mesmos a massa de modelar, pintam com tinta na bacia, cantam muito, usam instrumentos musicais e incluem um brinquedo que tenham trazido de casa no contexto da sala. Hoje o jeito para fazer Arthur entram, foi mostrar uma pista de blocos de montar para colocar a ambulância dele para andar.


Eles tem uma rotina com muitas marcações para dar ideia de tempo: chegar, guardar a mochila, tirar os sapatos, brincam, fazer a primeira roda, atividade, lavar as mãos, lanche, fralda/xixi, lava as mãos, parque, história e fim.


Então, eles vão aprender que os pais somem e reaparecem depois da história e como se divertem entre os dois momentos. Além disso, são várias estratégias para fortalecer os vínculos das profissionais da sala com as crianças, especialmente uma retração da mãe, que deve delegar todos os cuidados e não tomar parte da diversão <-- duro!

Primeiro dia: ele ficou na porta da sala um tempão, para brincar seu local era a porta de saída. Fui a última a sair da sala e enquanto estive lá fora ele me requisitou várias vezes. Não chorou!

Segundo dia: desta vez ficou mais à vontade - a estratégia de levar um livro para mostrar aos colegas foi um sucesso. Nem entrei na sala, da porta combinei que ficaria do lado de fora e lá fiquei, ele me requisitou várias vezes. Não chorou!

Terceiro dia: repeti a estratégia do brinquedo e nem entrei na sala, da porta combinei que ficaria do lado de fora e lá fiquei, ele me requisitou várias vezes. Chorou! Chorou várias vezes, mas participou das brincadeiras e se tranquilizava com os colos da pró e da estagiária. E fomos embora mais cedo que o normal: ele estava com sono e respeitamos.

Agora vem o carnaval e começaremos tudo de novo na quinta, mas estou certa que não será do zero, afinal ele já conhece a pró, a estagiária e a auxiliar... Já sabe quem são os colegas e a rotina na sala. Estou preferindo pensar que esta pausa será uma forma de digerirem o que aconteceu e minha estratégia é sempre falar da escola, da pró e dos colegas, lembrando que depois do carnaval tem aula!

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E como me sinto? Sinto que estou fazendo meu trabalho: que é estar ao seu lado, apoiando, mas o deixando conhecer o mundo, a si próprio e a lidar com as suas frustrações. Confio no trabalho da escola, sou apaixonada por esta professora - vejo seu trabalho com crianças de dois anos desde que fiz a adaptação de Alice no Grupo 4 e percebo a doçura e a alegria com o processo de cada uma. Sei que estar nesse ambiente será excelente para ele não poderia haver escola, professora, coordenação e direção melhor!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

"não quero oito nem oitenta

só quero o bloco de prazer
e quem não vai querer?"
(Moreas Moreira, clássico!)

Ligue o som e leia o post...



Para quem não sabe esta música de Moraes Moreira faz parte da história do carnaval da Bahia, lá nos primórdios da eletrificação dos instrumentos e da invenção do trio elétrico, quando o carnaval da Bahia vivia de frevo. É a gênese deste mesmo que você vê na sua tevê, este mesmo que tem visibilidade para baianos e turistas.

Este que tem gente que ama e tem gente que odeia. Tem gente que celebra e tem gente que critica. Sou destas que ama e sou destas que odeia. Amo a história do carnaval baiano, gosto do percurso que tomou até chegar até aqui, e detesto o formato excludente que ele tomou. Este mesmo que tentaram matar, mas que há alguns anos saiu do coma.

Porque da mesma maneira que tem a corrente de exclusão, tem a contracorrente de expansão. Da mesma maneira que o axé system toma conta dos circuitos, iniciativas pipocam todos os anos, clamando pelo velho carnaval de rua e da inclusão.

No ano passado estive na Barra na quarta-feira e me diverti horrores, nem me pergunte quem tocou, pois isso não importa. Quarta-feira, na Barra não tem nenhuma estrela, dessas que você vê nos shows de encerramento de ano. Fanfarras, povo e gente conhecida! Quer melhor?

Neste sábado tive a felicidade de aceitar o convite da professora de Alice do ano passado, que é também percussionista, para o lançamento do "De Hoje a Oito" no Santo Antonio Além do Carmo, bairro tradicional da boemia baiana, festejado pelos gringos e esquecido pelos governos (todos!). Lá está de pé a igreja que foi cenário do Pagador de Promessas e lá se vê "O" por-do-sol.

daqui
Chegamos depois de escurecer e pegamos o bloco no meio do percurso, Arthur no cangote do pai, encontramos a pró vestida de Carmem Miranda em cima da kombi de som. Ela desceu e colocou as meninas, Alice e Maria no meio da bateria. Sambamos, rimos, tomamos chopp e acompanhamos o bloco - vale dizer que Arthur dormiu no meio de surdos, cuícas e tamborins. A apoteose foi na frente da igreja num largo repleto de samba, frevos, comidinhas, coreto, parque e gente feliz!


Pois é, gente, não quero oito nem oitenta: quero carnaval! Não esse, pago, de gente bonita e arrumada, dos vips que a gente vê na tevê, mas quero - MUITO - esse carnaval da fantasia, da alegoria, do baticum, da brincadeira. Nem me importaria que o carnaval dos blocos de corda e dos camarotes permanecesse, afinal tem gente que ama muito tudo isso, mas quero espaço para brincar, para ouvir marchinhas, frevos, sambas, afoxés e chorinhos, para me fantasiar, para ser ridícula.

E sabe, para quem gosta deste tipo de carnaval, a cidade está repleta, basta estar atento!

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Sobre a greve da PM: o baiano está pouco se lixando se tem ou não polícia, exército ou força nacional na rua. O fato é que o terrorismo acabou e as pessoas estão vivendo a vida: ruas, pontos de ônibus, praias, bares cheios! O baiano quer é CARNAVAL!

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Engraçado que fui reler o post do ano passado agora no final e percebi que sou super coerente em relação a este assunto, menos uma coisa: fiquei estarrecida com um bebêzico no colo do pai... o_O se eu-do-ano-passado visse marido com Arthur dormindo no colo no meio da bateria do bloco, chamaria #conselhotutelaaaaarrrrr! baiano é phoda [2]!


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Ah, recomendo que assistam um documentário sobre os 60 anos do  trio elétrico que se entrelaça com a história do carnaval de Salvador e vale, sim, viajar para conhecer esta que é a maior festa do planeta. Venha com disposição para conhecer de tudo: entre numa corda vip, brinque num camarote bacana, vá atrás da pipoca dos trios independentes e do microtrio, fique à vontade no carnaval do Pelourinho, procure saber onde o Retrofoguetes e a Baiana System vão tocar e fique atento a recente programação do Rio Vermelho e do Santo Antonio Além do Carmo. Neste ano, morro se não ver Magary Lord e seu black semba!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

coisas importantes acontecem todos os dias

É comum que uma blogueira que abandona a madresfera seja abandonada, esquecida e eu estava me sentindo assim até quarta, quando postei o relato do parto do blog. Vocês são umas lindas e me fizeram me sentir muito, muito bem comigo mesma! O gás para mudar e manter o blog se renovou e sei que quero continuar vendo esta roda girar, mesmo sem dar a devida atenção às minhas queridas, com aqueeeeeles comentários longos que faço quando acho que posso ajudar <-- fiquei me achando meio irrelevante <-- chama o psicólogo!!!

Tem gente nova que chega e tem gente experiente que sai, e volta, e sai, e volta, e sai e o blog fica lá no finalzinho da lista com um número acompanhado da expressão "meses atrás". Confesso que a palavra "semanas" já me assusta e tenho intenção de que ela nunca apareça associada ao nome do meu blog. Mas o fato é que nesta quarta e quinta, além da greve da polícia baiana, algo muito importante aconteceu: respondi para mim mesma várias questões que se colocaram sobre o blog. E o que a plateia quer saber: ele continua, claro! E chega de post mequetrefes!

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Sobre A mania:

Vocês não sabem, aliás já contei uma vez pra Camila: eu tenho uma mania de roer as cutículas e isso causa feridas horrorosas e calos nos meus dedos. Isso acontece desde os nove anos e, é claro, de tudo tentamos para consertar e nada. Já fiz terapia, mas nunca descobri porque faço isso. O fato é que há quinze dias meus dedos estão intactos! Todas grita: aêêêêêêêê! Agora todo u esforço para manter os dedos feridas-free. Agradecimento a Xará Hart por me fazer entender que existe vida além dos nudes e dos vermelhos!

(eu sei que é "todas gritam", mas escrever errado de propósito é tão mais legal!)

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Sobre a saúde:

Outra coisa importante aconteceu: comecei a treinar! E aprendi essa palavra nova TREI-NAR - gentz, não sabia que o cool para fazer ginástica, agora é treinar! Vocês sabiam? Ou sou que estou longe de esportes há muito tempo, no meu tempo fazer ginástica era malhar?

Tem três semanas que estou trei-nan-do e cuidando da alimentação com a devida autorização do cardiologista e com a orientação de mim mesma para as comidinhas, porque já aprendi muito sobre alimentação <-- na teoria, a prática sempre foi dura porque adoro comer!

Ah, tem uma mulher que emagrece todo mundo vai vir cozinhar só coisas light para o almoço e jantar, mas cadê que consigo o telefone da dita-cuja. Note to myself: chantagear Andréa, que quer a moça milagrosa só para ela!

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Sobre a beleza:

Além disso, minha temporada em Floripa ajudou: sem a cor verde escritório consegui muitos elogios e estou me achando a negona danoninho. Negona, só que rosa! Alice diria: "rosa não, salmon!"

O fato é que os 30 anos pegaram de cumforça neste corpinho e decidir dar um ponto final no meu processo de embarangamento. Se eu não tiver um corpinho bonito com 35, não é com 50 que vou ter!

Uma vírgula do meu processo de desembarangamento será uma consultoria de moda. Preciso, gente! Perdi o bonde do color blocking, do animal print, do plus size <-- agora sei que até eu estou na moda. O fato é que uma blogueira fashion aportou lá na repartição <-- uia, como tô servidora! com um serviço fantástico (tenho prova testemuinhal) e fiz uma proposta indecente de parceria que brevemente será desnudada aqui neste mesmo bloguito. Afinal mãe também é fashion!

Tem uma enquete bem no início da side bar... Só posto coisa sobre moda para mães respeitáveis, pero no mucho, se a maioria concordar!

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Sobre Laura Gutman:

Você leu? Sim, então está pegando a coisa... Não? [Todas grita: óóóóóó] --> só volte aqui depois de ler!

Agora sei que esta revolução, esta inquietação, estas dúvidas, por que estou passando - "quero ser mais que apenas um par de peitos!" -  tem sentido e está na curva, está descritinho lá no livro. Agora também quero também ser um "corpinho bonito", um "papo interessante" e "olhos misteriosos", quero voltar à ser aquela mulher desejável, aquela namorada, aquela boa companhia, aquela amante incansável que um dia fui [todas grita mimovo: óóóóóó] <--  drama queen mode on!

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É claro que vou voltar ao tópico Laura Gutman, queria discutir alguns pontos com alguém nesta fase: depois dos dois anos. Preparem-se!

mimovo = de novo em arthurzês!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

foi assim que ele nasceu - o blog

Eu já tinha um blog quando descobri um mundo de mãe aqui dentro que se relacionava, que se ajudava e que aprendia. Neste blog velho, eu falava dos meus filhos, mas nunca foi o foco. Como também eu não tinha foco em me relacionar virtualmente, o meu blog velho não tinha meu nome, minha cara e era alimentado com textos esporádicos e discussões entre amigos já conhecidos a quem eu dava o endereço: eu não queria me expor!

Arthur já tinha nascido quando descobri o blog de Paloma, indicado por uma amiga em comum, Iansã, que fala por imagens. O peripécias foi minha antessala para a blogosfera materna, a mommysfera! De lá parti para ler muito, me irritar, me alegrar e foi muito difícil e emocionante logar e fazer o primeiro comentário: temia me expor!

Me deu siricotico de mudar o nome do "vou e volto" para uma coisa mais maternal e veio o nome "viciados em colo", minha cara, minha briga, minha causa. Ao mesmo tempo, Dani começou a fazer o blog para o casamento e percebi que blogar no blogger era mais fácil para uma pessoa analógica como eu. Fiz o caminho inverso: vim do classudo wordpress para o blogger. Comecei a perder o medo de me expor!

Nasceu! Caí de cabeça: estava de licença e manter a rodinha girando era o que me mantinha sã. Descobri que o "vício em colo" tem nome bonito e é indicado por um monte de gente boa. Achei minha turma! Escrever muito, ler muito. Ainda bem que gente se expõe!

E recebi meus primeiros comentários e angariei algumas seguidoras. Lembro-me bem: Carol foi a primeira amiga virtual. Passei a comentar mais, a receber mais visitas, a responder. E assim, ia chegando gente, incluindo aquelas que eu admirava a quem eu pediria autógrafo. Exposição passou a ser meu nome do meio!

Tenho perfeita consciência que as redes sociais são ferramentas poderosas para a difusão do conhecimento. Dar voz as pessoas, texto autoral, pessoas implicadas e protagonistas, tornar a comunicação multidirecional são pontos fundamentais para a nossa sociedade, como está formatada hoje. Estamos muito solitários e poder contar com uma rede de proteção, mesmo que virtual é um privilégio. Ouso dizer que ler muitos blogs me deu perspectivas e confesso que teve gente por aí que salvou Arthur do desmame e me salvou de depressões: Mari Hart é uma delas. Exposição, sualinda!

Chegou uma hora que eu queria conhecer aquelas mulheres e aquelas crianças que apareciam nas minhas conversas e nos meus sonhos. Se eu queria contar uma história e dar como exemplo uma blogueira, eu dizia: minha amiga... E com cinco amigas marquei um encontro na praia. E almocei, tomei café, peguei indicações, E fui em aniversários dos filhos das amigas aqui em Salvador. E inspirei gente a começar a se expor também! Que eu saiba quatro amigas começaram seus blogs por minha influência: Fabrícia, Gal, Priscila e Cibele

Cresceu! Chegou a hora em que fui reconhecida e convidada pelo Alana, com outras blogueiras, para conversar sobre infância e consumo em São Paulo. Daí me conscientizei do meu papel e passei a me preocupar muito com o que escrevo. Estou com mil planos, mil mudanças em andamento e espero que cada uma de vocês gostem! 

Estar nesta roda, me fez mudar de ideia várias vezes, aprofundou algumas certezas e me fez ser uma mãe melhor. Estou convencida que este é um espaço público fundamental para a melhoria da maternidade! Estou muito contente em fazer parte e tomar parte de cada uma das discussões. Cada vez mais.


Ah, vocês estão sabendo que o governo quer saber porque as brasileiras "preferem" cesáreas e encomendou à FioCruz uma pesquisa com duas mil mulheres recém-paridas? Se eles lessem metade dos nossos relatos de parto, a pesquisa sairia grátis!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

bebê --> menininho - desfralde por acidente

Queria aproveitar a minha inserção nas redes sociais para pesquisa sobre tema desfralde, mais uma etapa delicada da vida de mãe. Juntei links, observei cada vez que as minhas amigas falaram sobre o tema e aguardava concluir a etapa de adaptação na nova escola para iniciar um processo de elaboração de estratégia - usando as dicas compiladas - e sensibilização sobre o desfralde com Arthur.

Ocorre que o menino praticamente desfraldou sozinho. Veja como se deu o processo:
- a avó mora em casa com quintal e detesta fralda descartável, 'dimodusquê' ele sempre ficava de cuequinha e começou a ter contato com os seus produtos desde, sei lá, um um-ano/um-ano-e-meio.
- percebemos que Arthur já acorda com a fralda sequinha da silva e faz xixi que desperta, então começamos a estimular que faça no penico este primeiro xixi do dia - um momento feliz de "celebração": rá!.
- durante o dia, ele brinca e sempre que checamos a fralda, ela está sequinha e quando deixamos ele pelado para tomar banho, faz aqueeeele xixizão.

achei aqui

Lendo um post de Lia, percebi que estamos vivendo há alguns meses exatamente a fase de pré-desfralde, como ela chamou, e comecei a dar mais ênfase e a entender que se eu não li tudo, se não estou preparada, o problema é meu: ele está!

Assim ele está fazendo seu xixi matutino e ficando de cueca durante a manhã e os acidentes são, na verdade, travessuras de um moleque que acha graça de fazer xixi no chão.

Na verdade, todo este interesse pelas experiências de outras mães, porque o desfralde de Alice foi tão fácil e rápido que nem me lembro. Queria sistematizar e ser protagonista desta etapa, mas percebi que o processo é dele e a etapa é dele e só tenho que apoiar. Então sem saber nada de desfralde o que temos é:
- possibilidade de desfralde noturno imediato: há dias observo a fralda seca;
- possibilidade de desfralde diurno imediato: há vem ficando em casa de cueca e só usa fralda para sair e para cochilar, mas mesmo assim volta-acorda seca.

Mesmo assim, vamos dando um passinho de cada vez, sem pressão e sem tanta comemoração. Passamos a tratar tudo com mais naturalidade, sem exigências. Não tenho, por exemplo, meta em relação a sair sem fralda. Temos tempo!

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Isso para o xixi, para o cocô é outra viagem: foi super difícil fazer Alice abandonar a fralda e sinto que a dificuldade ronda o penico de Arthur na hora do number two. A posição agachado no chão é mais fisiológica e assim tem sido, no box!

adoro este livro - não temos, mas já lemos diversas vezes 


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Penei com Alice e os banheiros públicos... No auge do desfralde, lembro da vontade louca de colocar uma fralda, mas resistia. Minha solução era... leia aqui.

Agora com Arthur, vou abusar do xixi em pé! Qual a mulher que não sonhou - pelo menos alguma vez na vida - poder fazer xixi em pé? Quem nunca?

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Ah, você veio aqui ávido por informações e nada foi útil? Tente ir na Lu e leia todas as partes, na Sarah e futuque mais e na Carol. Se você achar mais coisas legais, volta aqui e deixa no comentário. Estou traqnuila, mas a coisa pode empacar e terei que recorrer às universitárias!


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