sexta-feira, 24 de maio de 2013

brincar, sempre brincar

Amanhã é dia de Feira de Troca de Brinquedos e Livros em Salvador. A Feira é o resultado de meses de preparação, uma deliciosa preparação por conta das pessoas do bem que se aglutinam para fazer  acontecer. Pessoas que se importam e cuidam da infância: dos seus filhos, dos filhos dos outros e da sua própria criança interior.

Sou uma pessoa feliz por ter me deparado com gente como as que fazem parte desta equipe e cada dia mais gente do bem se encontra neste caminho. Voluntários, apoiadores, jornalistas, entusiastas fazem da preparação e do evento um momento feliz e rico.

Amanhã vai fazer um sol lindo, pois passamos a semana cantanto santa-clara-clareou. Amanhã arrumaremos um espaço que já é lindo e vai ficar com cara de brincadeira de criança. Amanhã trocaremos brinquedos e livros. Exercitaremos, junto com nossas crianças, o desapego e apreciaremos o prazer de ver outra criança ser feliz com aquele objeto que um dia me fez feliz, um objeto usado, e impregnado com a energia da infância.

E de quebra, vamos brincar muito com os brincantes da Skyruila, faremos lindas e coloridas pinturas com Maninho, escutaremos o passarinho contar histórias maravilhosas com a trupe do Teatro Griô e tocaremos instrumentos e cantaremos canções com Pepe e o Canela Fina.

Domingo, começa a Semana Mundial do Brincar. Ainda não soube como Salvador se integra nesta programação, mas nossa família estará mais do que integrada e passaremos a semana brincando com os brinquedos novos e promovendo brincadeiras entre amigos.


Segunda e terça, eu estive presente no I Seminário Comunicação, Infância e Adolescência, convocado pelo Irdeb para ouvir todas as pessoas que se relacionam de alguma forma com a infância e com a adolescência e aprendi muita coisa e encontrei muita gente boa. 

A principal reflexão que tirei é sobre dar voz e vez às novas gerações: a considerar suas potencialidades e transformá-los em protagonistas das ações.

Outra reflexão é sobre o ponto que perdemos a nossa capacidade de ensinar brincadeiras aos filhos. Vejo prosperar uma grande quantidade de oficinas de recreação, de contação de história, de musicalização, e me pergunto em que pontos chegamos que não somos capazes de nós mesmos ensinar a brincar de escravo de jó, de contar uma história com mais recursos (vocais e visuais) ou mesmo de cantar canções da infância. 

Óbvio que não quero que estes profissionais que fazem mais bem feito do que pais amadores fariam deixem de existir e de nos proporcionar arte e beleza. Aliás, acho um luxo poder contar com pessoas que se aprofundam nas pesquisas e nos estudos e acabam mantendo vivos uma série de manifestações, lendas e músicas tradicionais da infância. Mas nós, pais e mães, podemos sim, levar mais brincadeiras, histórias e músicas para a rotina da nossa família.


Nesta minha participação nesta blogagem coletiva, deixo meu agradecimento às pessoas de carne-e-osso que estão perto de mim, me ajudando neste caminho de reencontro das brincadeiras de infância, aos amigos da organização da Feira que além de arrumar, desorganiza as minhas certezas...


(*) Este post faz parte da Blogagem coletiva em comemoração a Semana Mundial do Brincar promovido pela Aliança pela Infância.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

tempo de mudar

Este post é uma contribuição individual ao Food Revolution Day, que acontece amanhã em todo o planeta e em várias cidades brasileiras e para uma blogagem coletiva promovida pelo site Alimento Puro,  onde você pode encontrar uma lista eventos ligados ao #FRD2013 no Brasil.

Aqui em casa, é mais de um ano de revolução e crescimento da consciência sobre alimentação. Se sempre fui cuidadosa com as coisas que consumimos via olhos e ouvidos, achava que meus cuidados eram suficientes em relação à alimentação, mas estava cometendo um bando de erros em nome de não ser radical-fanática-xiita. Este post aqui é para registrar nossos progressos (talvez tenham grandes diferenças entre outros posts da mesma linha).

Outra reflexão importante foi sistematizada pelo pai de dois: ele diz que muitas vezes compra guloseimas como forma de agradar, de dar amor... Ele diz que um chocolate pode ser um carinho e conta porque sempre traz sobremesas achocolatadas para mim que tenho um laço afetivo com este item "ela vai gostar, ela vai ficar feliz, vou levar" mesmo quando eu estava no clímax da dieta! Isso em relação às crianças é mais intensivo! Ou seja, agora passamos a ter muita atenção com estes pseudocarinhos presentes nas telas de tv e nas prateleiras dos supermercados.

Vamos ao que mudou!

Algumas coisas nunca foram oferecidos para as crianças:
- biscoitos recheados;
- farináceas lácteos e engrossantes;
- refrigerantes e bebidas gasosas flavorizadas;
- toda sorte de balas, pirulitos e chicletes (só consumidos em festinhas).
(que me lembro)


Neste tempo tomamos algumas medidas radicais-fanáticas-xiitas:
- eliminamos o suco de caixa do carrinho;
- bebidas de soja que algum dia entraram tem mais muito tempo que não são toleradas;
- bebidas achocolatadas de caixa banidas;
- jujuba de goma, substitída por jujuba de alga (mais cara e um pouco mais saudável);
- porcaritos e salgadinhos de pacote banidos!

(que me lembro)

- macarrão instantâneo banido
(lembrei depois)

Outros itens tem consumo tolerado, mas poucas vezes entram na nossa geladeira:
- petit suisse apenas em alguns finais de semana para o mais novo;
- leite fermentado também em alguns finais de semana;
- os embutidos, que eu tanto gostava, também foram banidos da geladeira e só como em refeições fora de casa (eu gosto do sabor, mas não quero consumir tanto sódio, nem tão pouco deixar como regra um produto tão ultra processado). Por sorte, marido e filhos nunca gostaram!

- fast food: estamos boicotando, mas parentes e amigos podem oferecer.
(lembrei depois)

Nosso almoço sempre foi razoável mas também passou por algumas mudanças:
- diminuímos a quantidade de proteína animal. Não tenho a pretensão de eliminar (precisaria de outro post para explicar porquê), mas hoje sabemos que não precisamos comer tanta carne diariamente;
- começamos a fazer molho de tomate caseiro: não usamos óleo de cozinha há anos, cozinhamos com azeite de oliva ou molho de tomate, desde que aprendemos a técnica num curso de culinária natural. Antes usávamos o molho de tomate pronto, mas agora com esta intensividade na reflexão, abrimos mão desta praticidade e ganhamos em sabor e saúde.

 As crianças passaram a consumir produtos de melhor qualidade:
- A mais velha, que já não tolerava petit suisse e não consumia iogurtes, agora adora iogurte integral adoçado;
- Os dois têm suas preferências em relação às frutas secas e castanhas, então toda uma sorte de nuts são compradas para o lanche.
- O mais novo que ama requeijão cremoso, especialmente o cream chesse, aprovou a versão caseira feita com ricota e iogurte natural integral, temperada com sal e azeite de oliva.
- Os dois que amam leite com achocolatado passaram a tomar leite com cacau em pó.

Quero destacar estas adaptações que fizemos para as crianças:
- milk shake de cacau em pó.
- cream cheese de ricota da mamãe.

O caso do achocolatado:
- depois que vi o documentário "Muito Além do Peso" comecei a ler todos os rótulos em busca das quantidades de açúcar. Foi quando descobri que o nescau, o toddy e os companheiros têm entre 75 e 80% de açúcar. Comecei a dimunui tanto as colheradas a que as crianças tinham dereito que em pouco tempo o leite era isso mesmo: leite com açúcar.
- busquei alternativas e achei o cacau em pó: e precisamos passar por uma transição, pois não foi fácil adaptar o paladar acostumado com os achocolatados. 
- eles não toleraram o cacau sem açúcar e tivemos que usar duas colheres de açúcar  para cada uma de cacau /o\ (66%, menos que os 80% achocolatados)
- ficamos meio frustrados por estarmos ainda usando tanto açúcar e conformados por usar um açúcar menos pior que a indústria usa - com certzea!
- não desistimos: fomos diminuindo continuamente as colheradas de açúcar, chegando ao que estamos usando hoje meia colher de açúcar para uma de cacau em pó (33%) \o/ 

E NESTE FINAL DE SEMANA ALICE DISSE 'ADOOOOORO ESTE MILK SHAKE!!!'

O caso do cream chesse:
- Arthur adora aquele cream chesse estilo filadélphia, sabe? ele chega a comer puro.
- o fato deste produto ter um monte de ingredientes que eu não sei para que servem e o fato de ser um produto processado (provavelmente ultra processado) começou a me incomodar.
- decidimos fazer um cream cheese caseiro a partir de algumas orientações compiladas na internet, da experiência da minha sogra e de minha imaginação,
- nossa receita tem: ricota, iogurte natural, uma pitada de sal e azeite de oliva no liquidificador ou processador. dura uma semana na parte mais fria da geladeira. 

ELE DISSE QUE O MEU É MAIS GOSTOSO QUE O DA CAIXA! 
e eu estou morrendo de amor...

O melhor: serve de base e podemos usar para fazer patêzinhos diferentes, cenoura, salmão com cebolinha, manjericão, tomate seco, gorgonzola, azeitona, mix de pimentas, mix de erva, alcaparras e o que a boca pedir... Dá para servir com torradas, biscoitos e massinhas, rechear pães e até panquecas

Confira aqui o passo-a-passo da base.

O caso da mãe cozinheira:
- voltei a ter muito prazer em cozinhar para as crianças e desde que comecei fiz algumas boas adaptações nas receitas de brigadeiro, bolinho (muffim), bolinho de arroz e biscoitos, além das minhas adaptações leves de comidas que vejo por aí que são executadas com afinco e sucesso pela empregada: sopa de abóbora com camarão e caldinho de aipim com carne seca. Agora não paro mais!

+ + +

Enfim, começar certo é muito mais fácil, mas sempre é tempo para mudar. Se você tem um bebê pense muito antes de apresentar as comidas práticas que o mercado oferece (se não tiver muito açúcar, tem muito sal). Se seu filho já é maiorzinho e não come aquilo que é o melhor para ele, insista, observe, ache uma estratégia, uma receita e, pimba, quanto menos esperar ele estará adaptado! 

Só recomendo que não faça isso de supetão, ajuste suas expectativas e trace um plano de mudança contínua e asseretiva. Algo que tem me feito muito bem é me abrir às informações e implementar aquilo que é possível para mim, com a consciência que ninguém passa dos empacotados para os orgânicos-feitos-em-casa de uma tacada só.

Repito o meu selinho favorito, pois sou a prova viva que nada está tão bom que não possa melhorar, desde que respeitemos o nosso corpo, a nossa história, a nossa trajetória e o nosso tempo:


(*) este texto não deu conta de tudo o que mudamos, cada hora lembro de mais alguma coisa, mas o espírito está bem claro, néam?

terça-feira, 14 de maio de 2013

dia de poema

No dia da reunião de pais & mestres (ainda se chama assim? sou tão antiga!), a professora mostrou este poema, produção* dos alunos e eu aproveitei que estava uma penumbrinha para deixar as lágrimas rolarem. Esta é uma turminha muito especial mesmo! Prepara o lencinho!



+ + +

Receita para preservar os amigos

- Peça desculpas

quando irritar.

- Dê um abraço para acalmar.

seja sincero

- Sem parar de brincar.

ajude seu amigo

para o preservar.

- E eterno

sempre será.



Diga olá e pergunte seu nome. Chame para brincar com você, divida suas alegrias,

faça palhaçada que ele vai cair na gargalhada.

Nunca machuque seu amigo,

porque isso pode deixá-lo triste.

Chame ele para passar um dia na sua casa

e converse várias coisas.

Sempre mostre a seu amigo que ele é especial.

(*) Produção realizada após a leitura da Receita para espantar tristeza.

sábado, 11 de maio de 2013

maratona infância, maternidade, família e diversão 3-3

continuação

Finalizando pelos primeiros programas desta maratona:

SEXTA-FEIRA - CINEMA ENTRE AMIGOS

Aqui foi onde tudo começou: sexta-feira à noite, muita chuva e engarrafamento não impediram nos colocar em ação um plano do coletivo da II Feira de Troca de Brinquedos e Livros e amigos: Cinema entre Amigos. 


Filme escolhido, sala de cinema reservada, petiscos preparados, vinhos respirados (hohohoho).

Nosso primeiro filme foi o mais novo clássico dos documentários: o Muito Além do Peso - recomendo. Entre as famílias presentes estavam: Janaína, Ivana, Cachinhos-mãe, Sandra - e mais um monte de gente legal (se mais alguém tiver link, grita!). 


+ + +

Adultos boquiabertos e crianças atentas em alguns momentos. Acho que a mensagem ficou!


foto de Janaína Mascarenhas

foto de Janaína Mascarenhas


Leia mais e veja mais fotos no relato de Jana (que acabo de descobrir ao buscar o blog para linkar aqui, danadeenha!). Leia também o texto de Ivana sobre alimentação na escola.

+ + +

E recomendo fortemente que assistam no coletivo e conversem sobre isto sistematicamente. Conversar sobre alimentação é sair do modo 'desesperada-não-sei-mais-o-que-comer', para o modo 'assertivo-vou-mudar-aos-poucos-o-que-der' e de maneira contínua, fazendo cortes drásticos de alguns alimentos e mudanças sutis de outros: ninguém sai do modo fandangos+suco-de-caixa para comida macrobiótica-orgânica.

Desde que Alice nasceu fizemos muitas mudanças, mas em 2012 a coisa se intensificou de tal maneira que podemos dizer que somos outros em termos de alimentação. Fizemos quase isso que diz neste selo e recomendo:

arte do MILC


+ + +

SÁBADO - CONTAÇÃO DE HISTÓRIA

O final de semana continuou com uma aula aberta de contação de história, do Teatro Griô. Devo registrar a minha emoção com a história contada com a minha referência do gênero Ivana, que apresentou a Lenda do Caju, livro emprestado e resenhada por Cachinhos-mãe, quem estava também fazendo parte da plateia, junto com Jana e Sandra. 

Mais uma oportunidade de diversão de qualidade e de vinculação afetiva. Nós nos conhecemos pela web, mas a disponibilidade ao novo é que nos traz para perto. A reflexão constante sobre a maternidade e o desejo de viver lindos momentos em família é que faz com que nossas agendas possam convergir e para querer estar sempre juntas. Sinto isto com este grupo e sinto isso com as mães das amigas de Alice: crianças que nos unem mães e pais!

começa, começa, começa
foto de Janaína Mascarenhas


foto de Iris Pirajá Scuccato

foto de Iris Pirajá Scuccato.

+ + +

E amanhã tem mais! Música pra Brincar para comemorar o Dia das Mães, com um tantão de amigas na plateia. Esta galera da maratona, mais um monte de colegas da escola de Alice:


Vamos nessa?

quinta-feira, 9 de maio de 2013

maratona infância, maternidade, família e diversão 2-3


A ideia: crianças, lanches saudáveis e instrumentos musicais no zoológico: uma mistura inusitada que eu não tive um motivo para não entrar com bola e tudo!

A preparação da para o domingo começa no sábado de noite!

Toca a fazer bolinho e suco da fruta fresca no sábado de noite para fazer jus ao meu ativismo alimentar:

foto de Mariana Sá

foto de Mariana Sá

Bolinho de cacau com aveia, com a variação com banana, receita improvisada pela falta de manteiga e adição de ingredientes que meu coração mandou:

Numa tigela, misture dois ovos, uma xícara de açúcar demerara até o açúcar 'derreter'. Acrescente uma xícara de farinha de trigo, uma xícara de aveia, uma colher de sopa de cacau em pó e uma colher de chá de fermento químico. Daí eu temperei com pitadas ingredientes secretos. Quando estiver tudo homogêneo, acrescente um potinho (200ml) de iogurte natural integral. Se desejar ponha uma banana cortadinha... Se desejar não ponha o cacau em pó, e ponha maçã e canela.

+ + +


DOMINGO - PIQUENIQUE MUSICAL NO ZOO

Ideia inusitada de Janaína: ver os bichos, compartilhar um lanche saudável e fazer uma música caótica na sombra do coqueiro. Programa minha cara! = adesão imediata! 

O povo acordou cedo e ajudou a arrumar a cesta:

foto de Mariana Sá
Depois foi arrumar a cesta para esperar a nossa carona solidária com Cachinhos.

foto de Mariana Sá

+ + +

Veja as imagens e diga quanta alegria cabe nesta programação (fotos de Jana):


foto de Samir

foto de Samir

foto de Samir


foto de Mariana Sá

foto de Mariana Sá

Levei as pipas que sobraram do aniversário de Arthur - que vivem no meu porta malas - e enquanto o vigilante não vinha nos avisar 'que não pode por causa do heliporto do governador' tivemos momentos de alegria!

foto de Samir

foto de Samir

foto de Samir
+ + +


E o passeio foi lindo. E fiz importantes constatações:

1. o zoológico de Salvador está muito melhor - sei que não é o melhor do mundo, mas dá para ser feliz lá:
- novo parque de areia e madeira (com tirolesa \o/),
- área do esqueleto da baleia com novas mesas de piquenique,
- mesas em todo o trajeto, basta escolher uma ter uma experiência feliz.
- está mais limpo e mais arrumado.

2. estou muito feliz por estar sempre disponível para as pessoas e grata por ter encontrado tanta gente do bem para me vincular afetivamente:
- gente cujos filhos e maridos combinam!
- gente criativa com propostas inusitadas como esta são 100% minha cara!
- levar instrumentos musicais, compartilhar caminhada, observação de bichos, lanche e melodias.
- comer, brincar e cantar junto foi maravilhoso! valeu, Jana!

3. temos muitos motivos para reclamar da cidade, do mundo, da vida, mas temos mil outras razões gratuitas (ou quase!) para agradecer e aproveitar.
- sempre digo que reclamamos demais das ausências de/em Salvador (e estamos certos em reclamar!) e não conseguimos nos abrir para o que existe, para o que está aí. O zoo está aí: não tem leão para abraçar nem golfinhos saltitantes, mas pode ser palco de momentos felizes - permita-se!
- sempre que falo que fui no zoo, nos Parques da Cidade e de Pituaçu, no Porto da Barra, sempre ouço duas perguntas clássicas 'mas é seguro?', 'mas não é muita farofada?' e respondo: 'é tão seguro quanto as ruas do seu bairro, ou seja viver é perigoso!' e 'sim, é muita farofada e vamos lá fazer a nossa farafoda e ser feliz'!

+ + +

Parafraseando Maternidade da Depressão: "pareço boa mãe, mas de vez em quando olho pro céu e esqueço das crias" até porque para ser boa mãe tem que olhar pro céu e pra si mesma.



E você pode ler outro relato e ver mais fotos aqui no blog de Jana.

+ + +

Os ingredientes secretos são: noz moscada, canela, sal bem pouquinho e mel. Só sabe quem leu até o fim!